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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

CARRINHO DE ROLIMÃ 2

Olá pessoal.
Neste sábado último (27/10) fui ver o Primeiro Mundialito de Rolimã do Abacate.
Foi muito bom poder virar criança de novo.

Trouxe algumas fotos:

Rua Magi Salomon com Lagoa da Prata, no Bairro Salgado Filho.


                                                                          O pé de abacate












Até aqui eu pude ficar e me divertir, foi quando a criança saiu de mim e virou mãe.
Tive que vir embora porque um filho precisava ir ao médico.
Vi o bastante pra saber que no próximo mundialito estarei com meu "carrinho de rolimã".

Até lá!


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

CARRINHO DE ROLIMÃ



Olá pessoal!!!

Quem já brincou com carrinho de rolimã?Uma tradição dos tempos de criança.

Confesso que não andei nesses carrinhos, mas ajudava, às vezes, o meu irmão a montar o seu, e até mentir pra minha mãe, dizendo: deve tá aqui perto andando com a turma em seu carrinho de rolimã.

Que nada, estava ele descendo pelas ladeiras de Nova Lima, principalmente pelos bairros do Retiro e Quintas, onde já tinham algumas ruas pavimentadas, e eram curvas, ladeiras e curvas...e capotadas...e muito divertido.

Ah...as rolimãs eram trazidas pelo meu pai e garimpadas pelas oficinas da cidade como tesouro. Ter rolimãs era como ser o "dono da bola'.

Aqui em Belo Horizonte acontece o Primeiro Mundialito de Rolimã do Abacate, no Salgado Filho.

Leia mais sobre este evento aqui:

http://migre.me/bgKn7


Veja como é divertido essa brincadeira.



Agora é só montar o seu e vamos descer as ladeiras!!
Até mais...numa outra brincadeira.

sábado, 6 de outubro de 2012

Ê Minas, Ê Minas....



Música, música...
Letra que te leva pra tanto lugar...pensamentos que te fazem viajar.
Qual o sentido da letra, o que ela quer dizer...
Depende. Depende da hora, do estado e espírito quando a ouve.
Esta, hoje, sinto como eu amo meu estado e como deve ser triste deixá-lo.


Desenredo

Boca Livre

Por toda terra que passo
Me espanta tudo o que vejo
A morte tece seu fio
De vida feita ao avesso
O olhar que prende anda solto
O olhar que solta anda preso
Mas quando eu chego
Eu me enredo
Nas tranças do teu desejo
O mundo todo marcado
A ferro, fogo e desprezo
A vida é o fio do tempo
A morte é o fim do novelo
O olhar que assusta
Anda morto
O olhar que avisa
Anda aceso
Mas quando eu chego
Eu me perco
Nas tramas do teu segredo
Ê, Minas
Ê, Minas
É hora de partir
Eu vou
Vou-me embora pra bem longe
A cera da vela queimando
O homem fazendo o seu preço
A morte que a vida anda armando
A vida que a morte anda tendo
O olhar mais fraco anda afoito
O olhar mais forte, indefeso
Mas quando eu chego
Eu me enrosco
Nas cordas do teu cabelo
Ê, Minas
Ê, Minas
É hora de partir
Eu vou
Vou-me embora pra bem longe.

Saudade daquilo que não perdi!!!